terça-feira, 14 de agosto de 2007

Poema de um cárcere do amor...

Nos olhos de quem viu um dia

A face quem sentiu o ardor

Na crosta ferida, cálice interna;

Pródigo faminto na fome de amor

Sentir a pétala sombria tocando a alma perdida

Das marés às peles pálidas

Das partidas infames e voltas repentinas

Maná a trindade, dos deuses Gregos a proteção.

Fazendo o poder alcançar a manta do descanso

Titubeio a forma agregada das famílias da dor

Quando nunca, nunca esquiarei meu amor.

Por hoje rogo as lastimas que vivi

Amanhã o sonho da melhora
Mas, ontem, a falha de perder –a ti.

3 comentários:

Sessyllya ayllysseS disse...

Impressão minha ou esse poema é triste pra caramba?
Muito lindo!!!

Ciro disse...

O loko! Noé é poeta também!
Muito bom, cara! Muito bom mesmo!

Bruno Carvalho disse...

Excelente jogo de palavras! ´Timo poema!