Nos olhos de quem viu um dia
A face quem sentiu o ardor
Na crosta ferida, cálice interna;
Pródigo faminto na fome de amor
Sentir a pétala sombria tocando a alma perdida
Das marés às peles pálidas
Das partidas infames e voltas repentinas
Maná a trindade, dos deuses Gregos a proteção.
Fazendo o poder alcançar a manta do descanso
Titubeio a forma agregada das famílias da dor
Quando nunca, nunca esquiarei meu amor.
Por hoje rogo as lastimas que vivi
Amanhã o sonho da melhora
Mas, ontem, a falha de perder –a ti.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
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3 comentários:
Impressão minha ou esse poema é triste pra caramba?
Muito lindo!!!
O loko! Noé é poeta também!
Muito bom, cara! Muito bom mesmo!
Excelente jogo de palavras! ´Timo poema!
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