A sociedade de hoje, vive nos confins da sub-vida. Confins dos confins.
Não idealizamos mais nada em nossas vidas. Não temos futuro, e na base social não há nada de social!
Vangloriam ações tais como (ex.) Criança Esperança, onde obrigação governamental é dilacerada pela caridade. Pode atrapalhar mais que ajudar.
Veremos o quão fantástico é o trabalho dessas ações, como ajuda a base social, porém, sendo, destrutiva para base do país, que se livra de mais uma tarefa do sistema, e é ordenada a população. Como se estivéssemos terceirizando o trabalho de educação aos mais necessitados onde a obrigação é do governo.
O Governo não mais tem obrigação de ajudar as chamadas ONG’s, e nunca teve, onde o significado da própria sigla é um alerta (Organização não governamental).
O que mais teremos que não seja atribuído ao governo?
Ajuda é bom, mas quando a sociedade não enxerga o que é feito com o pagamento de seus impostos e entram corações piedosos consertando a nação.
Mas até quando? Até quando faremos o trabalho do outro?
Ainda mais quando o outro se acomoda com o “não” fazer.
Teremos pão e circo!
Não idealizamos mais nada em nossas vidas. Não temos futuro, e na base social não há nada de social!
Vangloriam ações tais como (ex.) Criança Esperança, onde obrigação governamental é dilacerada pela caridade. Pode atrapalhar mais que ajudar.
Veremos o quão fantástico é o trabalho dessas ações, como ajuda a base social, porém, sendo, destrutiva para base do país, que se livra de mais uma tarefa do sistema, e é ordenada a população. Como se estivéssemos terceirizando o trabalho de educação aos mais necessitados onde a obrigação é do governo.
O Governo não mais tem obrigação de ajudar as chamadas ONG’s, e nunca teve, onde o significado da própria sigla é um alerta (Organização não governamental).
O que mais teremos que não seja atribuído ao governo?
Ajuda é bom, mas quando a sociedade não enxerga o que é feito com o pagamento de seus impostos e entram corações piedosos consertando a nação.
Mas até quando? Até quando faremos o trabalho do outro?
Ainda mais quando o outro se acomoda com o “não” fazer.
Teremos pão e circo!

5 comentários:
É isso aí Noé,
no final estamos apenas limpando
a baba da boca desta sociedade
hidrofóbica!
abraços,
É uma triste realiade, Noé. Se eu tivesse dinheiro, faria como a Angelina Jolie.
Grande abraço!
Casava com o Brad Pit???
Pão e circo, uma realidade dura até mesmo de se pensar! Infelizmente caridade é o que o povo acha que seria o melhor remédio! Ninguém mais ques pescar, só quer o peixinho frito na mesa.
Ótimo texto!
O que acho mais engraçado é a mania de se criarem instituições de caridade já pensando na contribuição alheia... Fundam uma entidade qualquer e começam a ligar pra gente pedindo doações...
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